Vamos falar de Yôga!

Yôga – Palavra masculina, pronunciada com “O” fechado.
Yôga – Filosofia de Vida, expressada em Arte.
Yôga – Não é religião e nem abarca misticismo.
Yôga – Foi criado para gente Jovem, que goze de boa saúde.
Yôga – Originário da Índia antiga, Pré Védica, Pré Ariana.
Yôga – Palavra de Raiz Sânscrito (língua morta. Como o Latim.) , que significa União.
Yôga – No Brasil, grande confusão. Entrou com a pronuncia incorreta – A Yóga. Entrou com o público incorreto – Pessoas idosas e enfermas.

Comparativos:

Natação e Balé – Esporte e dança, muito indicados pelos médicos para recuperação da saúde em casos de asma, bronquite, dores musculares, má postura etc…

Está errado? Não. A natação e o bale realmente ajudam na cura dos pacientes, mas não são terapia, e nunca deixaram de ser esporte e dança.

Yôga – Filosofia de Vida expressa emArte, muito procurada para combater o estresse, melhorar a postura, combater dores de cabeça, dores lombares, depressão, enxaqueca, insegurança, medo etc…

Está errado? Não. A prática do Yôga ajuda a combater tudo isto, e muito mais. Porém nunca deixará de ser uma filosofia de vida saudável.

Mas, qual é a verdadeira proposta do Yôga?

Conquistar estados adiantados de consciência.

Como assim?

Aprendendo e seguindo preceitos morais.
Aprendendo a amar e a respeitar o próximo.
Aprendendo a amar e a respeitar os animais, florestas, Natureza.
Conhecendo melhor o seu próprio corpo.
Aprendendo a dominar a respiração, as emoções.
Aprendendo a usar a energia do corpo e principalmente a energia sexual, canalizando e potencializando assim a capacidade para o trabalho, para os esportes, para o lazer, para os estudos, etc…

E como é uma prática de Yôga?

A prática do Yôga se faz com exercícios respiratórios, exercícios físicos. Com treinamento de equilíbrio, força e flexibilidade. Técnicas de descontração, concentração, meditação.Tudo com atenção, mentalizações, e consciência. Sem isto, não seria Yôga.

Alvaro Nettto, professor de Yôga. Formado pela 1ª Universidade de Yôga do Brasil.

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Como tornei-me vegetariano

Tornei-me vegetariano pela filosofia do Yôga. Até então, era carnívoro e não tinha consciência do mal que isto causava ao meio ambiente, aos animais, e também a mim.

Aos poucos, eliminei a carne vermelha (as vaquinhas agradeceram). Em seguida e também aos poucos, abandonei a carne branca (felizes os pintinhos e as galinhas). Depois foi a vez dos peixes (que felicidade; anzol e tarrafas nunca mais).

O processo de mudança e abertura de consciência foi lenta e gradativa e continua sendo até hoje. O leite e seus derivados deixei pela consciência do bem estar, como também o fiz com o ovo.

Ainda uso couro. Consumo mel. Estou voltando a inserir o ôvo na minha alimentação, com o objetivo de suprir a carência da vitamina B12, a qual fazia através de suplemento alimentar.

Sou vegetariano e descobri que posso ser VEGAN. Mas vejo que isto acontece comigo, aos poucos. Sem forçamento. Na medida da abertura da minha consciência. E é aí que entra, para mim, a filosofia do yôga.

Praticando Mudrá (Gesto com as mãos), Puja (retribuição ética de energia) Mantra (Vocalização de Sons e Ultra-sons) Pránáyáma (Domínio da Bio Energia – respiratórios) Kriya (Limpeza interna) Ásana (posições físicas) Yoganidrá (descontração) Samyama (Meditação). Tantra (comportamento) Samkhya ( Estudo lógico).

Cada um de nós tem sua estória. E ninguém está obrigado a seguir o caminho do outro. Mas podemos aprender uns com os outros, e somar naquilo que nos agrada praticar juntos. Se não nos agrada, temos o livre arbítrio de não fazê-lo.

Saudações

Alvaro Netto